ceb versus APPLE Postado em 31/10/2013 07:15.

ceb versus APPLE: A história é longa mas vale a pena ser lida
 
Há alguns dias tive o desprazer de ter um caro monitor Apple queimado por um pico de energia e fiz o seguinte:
- Abri um chamado e a CEB disse-me que nada havia acontecido de errado na energia fornecida. Depois de muito reclamar recebi uma carta-padrão, mal escrita e que não diz coisa com coisa;
- Fiz uma reclamação na ANEEL e que, por sua vez, também depois de muito me enrolar, concluiu que nada poderiam fazer porque a CEB afirma que nada de errado havia ocorrido;
- Fui ao PROCON e alegaram que também nada poderiam fazer porque a CEB, nas palavras deles, nunca admitem que erram. Incentivaram-me a entrar na justiça, pois há inúmeras pessoas que tem passado o mesmo problema que eu. 
 
Resumo da ópera: Tenho testemunhas do fato mas é a palavra da CEB contra a minha.
 
Levei o monitor na assistência autorizada Apple e após mais de um mês esperando recebi uma grata ligação da Apple informando que não havia previsão de obter peça para reparo mas que eu não ficasse insatisfeito, sem ônus, me ofereceram um monitor maior e com tecnologia mais recente. O valor do conserto era de R$ 1.450,00 , perguntei quanto seria a diferença e a resposta foi… NADA, apenas queremos que o senhor fique satisfeito.
 
Mandaram-me um novo monitor e por ironia, como meu Mac Pro é bem antigo, não há suporte pra esse novo monitor que possui tecnologia Thunderbolt. Depois de mais de uma semana de tentativas de solução acabei de receber uma ligação da Apple pra dizer que não tem jeito, meu computador não tem suporte pra essa nova tecnologia. Como alternativa me propuseram "devolver o dinheiro" do monitor novo… algo em torno de R$ 4.000,00 .
 
"Mas como? Querem me dar o dinheiro do monitor novo e ainda me dar um brinde pelo incômodo?". Sei que muitos vão me achar um idiota, mas não aceitei nem o dinheiro e nem o brinde. Eles não tinham a obrigação de agir como agiram e o mais natural seria que ao menos cobrassem o valor previsto para conserto do monitor antigo. Mas nem mesmo isso fizeram, pois estão apenas preocupados que um de seus clientes fiquem satisfeitos com seus produtos e serviços.
 
É MUITO bom ver atitudes como essa da Apple, pois nos faz pensar e observar que honestidade ainda não é uma virtude como muitos políticos alardeiam, e sim uma condição inata de quem procurar viver bem em sociedade.
 
E o que tirei de tudo isso? Confesso que somos meio Macmaníacos aqui em casa temos muitos (muitos mesmo!) aparelhos dessa marca. Eu poderia aceitar o dinheiro e com ele comprar um produto concorrente, mas não quero. Se antes gostava dos produtos agora muito mais aprecio a empresa e as pessoas que estão por trás dessa marca.
 
Do outro lado, não é de estranhar que de 35 empresas a CEB esteja classificada em 33 lugar. Como já disse, trocar de marca de computador eu até poderia mas sequer considero essa possibilidade. Já trocar de fornecedora de energia elétrica eu até gostaria, mas o atual governo estatizante não me dá essa opção. Que eles (a CEB) são incompetentes isso é notório, diariamente divulga-se que basta uma pequena chuva e todo mundo fica sem energia, mas testemunhar tamanha desonestidade foi uma desagradável surpresa.
 
Não posso trocar de empresa de energia elétrica, mas ano que vem farei o possível para que ao menos troquemos de governo e assim possamos ter empresas públicas que primem por algo básico chamado HONESTIDADE.
 
CEB, pode me processar. Tenho provas e testemunhos de que vocês faltaram com a verdade. 
 
Apple, obrigado e parabéns pelos princípios que vocês defendem e que eu comungo. O monitor vai ficar embalado em frente a minha mesa, me instigando a incentivando a comprar novo Mac Pro e também outros produtos criados pelo lendário Steve Jobs. Obrigado!

REFORMA PROTESTANTE OU DIA DO EVANGÉLICO? Postado em 11/11/2012 08:51.

Quando me converti ao evangelho, há 30 anos, coisa que eu disse que jamais faria (rsrsrsrs), ao começar estudar a história da igreja fiquei fascinado com o que foi a Reforma Protestante e com os reflexos na sociedade da época e que duram até hoje.

Com a Reforma compreendi que fé e obras são duas faces de uma mesma moeda, que sexo é uma benção de Deus, que na vida do cristão fins e meios estão intrinsecamente ligados, que Jesus é o centro e a razão das escrituras, que a bíblia é a revelação de Deus para o homem e por aí vai.

O tempo passou, nos anos 90 era um "cantor gospel" e participei das primeiras "marchas pra Jesus". Hoje, não participaria mais. Abandonei a fé? Nem um pouco, mas consigo ver o quão manipuláveis e triunfalistas são essas marchas. Um deputado lançou em Brasília um bendito "Dia do evangélico" e que até feriado se tornou. Confesso que morro de vergonha quando os amigos dizem "feliz dia do evangélico!". Fico pensando: que raça especial sou pra precisar de um dia e ainda mais que esse dia seja feriado?

Não sou teólogo, mas creio que no ensinamento de Marcos 12:30-31 (Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes) está implícito que o amor de Deus nos impulsiona em direção ao outro, enquanto as marchas e a maioria das festividades evangélicas são demonstrações de poder, como quem quer implantar um sistema ou algo parecido com o Islamismo.Continue lendo »

Reguffe, tem nome de remédio... mas tá mais pra purgante Postado em 24/05/2012 09:23.

Eleitores e não eleitores do Reguffe, eis-me aqui outra vez. Eu mesmo não acredito que escrevi tanto.Vixi, acho que irritei alguns, agradei outros e meu objetivo não é de agradar ou desagradar… apenas discutir e dar minha opinião. Se alguém pensou em colocar meu nome na boca do sapo, por amor à criatura logo digo, não faça isso, pois o coitado vai morrer.

 

Pois bem, se depois de tudo você ainda insistir em "Reguffe pra Governador, Senador, tem até gente já querendo ele pra presidente, etc.", maravilha, graças ao bom Deus vivemos numa democracia e cada um pode e deve fazer sua escolha. Quanto à ele, enquanto assim permanecer, já provei desse remédio e não quero repetir a dose.

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Festival - Promessas Postado em 19/12/2011 01:10.

 

Hoje, o tempo estava chuvoso, liguei na globo pra assistir ao tal festival “Promessas” e como achei as primeiras músicas fraquinhas postei um comentário no Facebook: Estou assistindo na Globo ao show gospel "Promessas" e vou escrever pra eles: “Por favor, PROMETAM, nunca mais passem isso de novo. Pronto, mudei de canal”.

Não o fiz com o intuito de irritar quem quer que seja, mas como muitos não compreenderam meu ponto de vista – e nem poderiam – preferi aqui melhor me expressar. Facebook é lugar de piadinhas e comentários rápidos e por isso nem sempre o que lemos pode e deve ser levado a sério. Não sou contra a aparição em si de artistas cristãos seja na Globo ou qualquer emissora. Julgo também que a forma como os artistas "mais populares" conseguem ser ao menos entendidos pelos mais simples  é algo que os mais ortodoxos (como eu!) ao menos deveriam parar e refletir. Contudo, antes de você se irar e pecar pensando em me trucidar, quero deixar bem claro que esses escritos são apenas minhas percepções sobre um determinado assunto, nada além disso. Por isso, pra não ficar apenas no “gosto ou não gosto, quero aqui explicar algumas das razões que me motivaram a assistir um pouco do evento com tanto desdém.

1. Minhas ressalvas quanto a “movimentos evangélicos” 
Durante algum tempo participei de alguns desses eventos e hoje percebo que quase sempre são exercícios de religiosidade e visam mais a demonstração de poder de líderes e igrejas que necessariamente o engajamento para sensibilizar outros quanto aos princípios de Deus para que estes façam parte das nossas leis e assim tenhamos uma sociedade mais justa. Por exemplo: À despeito de suas crenças, deveríamos ser os primeiros a jogar pedra nos atos de corrupção e apoiar os que os combatem. Que a corrupção, por exemplo, é um dos males dos nossos dias ninguém duvida, mas não me recordo de ter visto qualquer faixa na plateia dizendo “Dilma, apoiamos que você demita os corruptos” ou “Presidente Dilma, as famílias tem o direito de educar seus filhos conforme suas crenças”, etc. Fico ressabiado, pois já vi um pouco de perto como essas coisas funcionam. Claro, ainda bem que nem sempre é assim!

Há anos éramos contratados de uma gravadora evangélica e iriamos tocar em um megashow. Vibrei com a possibilidade até saber que num momento especial do evento um pretenso candidato à presidência da república iria parar os shows "e dar uma palavrinha" para o povo de Deus. Não topamos, saímos da gravadora (não fizemos qualquer falta, pois nossos discos vendiam ridiculamente pouco...rsrsrs), tempos depois o tal candidato foi divulgado como um dos grandes corruptos daquela cidade e o líder da igreja que promovia o tal evento preso por problemas de sonegação de imposto. Minha intensão erá correta, mas o que havia por trás era complicado e nossa alternativa foi de coadunar. Claro, há os que não vêem qualquer tipo de problema com essa associação, mas não é nossa opção.

A propósito, você já se perguntou porque será que uma Prefeitura promoveu (e gastou muito dinheiro público) em um evento de tal magnitude? Porque será que a Globo exibiu o tal evento quando na totalidade das suas novelas os “crentes" sempre são caricatos, estúpidos, tolos, etc.? Há alguns anos a imprensa denunciou que aqui no DF uma parcela significativa do dinheiro público era gasto com festas de igrejas evangélicas e, claro, repletas de apresentações de shows evangélicos. Acho que as bandas, se soubessem disso, deveriam ter suas ressalvas ou mesmo não coadunar com tal disparete. Mas para ter tais preocupações seria importante que os músicos soubessem  previamente dos riscos ou ao menos fossem informados em suas igrejas sobre as nuances desses eventos. Com isso, aproveito para introduzir minha segunda ressalva.

2. Música, Músico e utilitarismo
Houve um tempo que os músicos cristãos não eram chamados de artistas e era comum a preocupação de estarem em cadeias, hospitais, praças, escolas e as conversões eram os cachês da época. Claro, não posso julgar quem quer seja, sei que joio e trigo estão lado a lado, mas é patológico e evidente que muitos destes grupos estão na contramão da vontade de Deus expressa na bíblia, pois fazem parte de um sistema maior que também está adoecido… Mas não o denunciam ora porque não sabem e ora porque são beneficiados pelo mesmo.

Não sei bem como surgiu isso, mas ao contrário da música na vida do crente ser uma expressão, um resultado de sua vida devocional, observe como ela tem sido demandada nos cultos como um agente, tanto por parte dos líderes quanto dos membros e músicos.

Por agente quero dizer que a expectativa reinante é de que a música promova algo e por isso tem assumido assustadoramente uma função libertária, mística e, por consequência, manipulatória. Será que você já ouviu expressões do tipo “toca uma musiquinha aí enquanto fazemos um apelo de conversão ou recolhimento de oferta” ou “o louvor liberta” ou mais um monte de outras situações que denotam que a música “amolecerá” o coração do fiel em prol de um objetivo? Cada vez que vejo isso fico incomodado, pois me sinto literalmente manipulado. Nossa associação cerebral capitalista tem feito associações perigosas do tipo: se eu fiz isso e deu certo (houve conversão) então Deus abençoa. Mas essa lógica é falha e perniciosa.

Creio que a música como resultado de um relacionamento impulsiona o fiel a cantar em qualquer lugar (ex: At 16:25), à despeito da plateia ou quantidade de pessoas. Mas a coisa não tem sido muito assim e tenho tido conhecimento de que muitos desses grupos cobram até R$ 20.000,00 pra apresentação numa igreja... E ELAS PAGAM! Há pouco tomei conhecimento que uma igreja num pequeno bairro do DF pagou R$ 15.000,00 de cachê pra uma banda famosa. E eu fiquei pensando: com esse dinheiro daria pra igreja contratar um ou mais professores ao longo de um ano pra dar reforço escolar, atendimento educacional, visão correta do evangelho, etc. Faça você mesmo a experiência e ligue para algum empresário desses artistas e verão de perto o que estou dizendo. Como os cultos tem tendido a um espetáculo, não é de estranhar que os membros das igrejas digam “gostei ou não gostei” da música, do sermão, da forma como serviram a ceia, como o boletim foi escrito, etc. Ou seja, percebo que inconscientemente os líderes estão preocupados em satisfazer clientes que, por sua vez, “querem mais e mais” senão não darão mais suas ofertas ou mudarão pra outra igreja onde ele encontre mais “poder” e sintam-se mais saciados. Sei que estou reduzindo um problema complexo nos dias atuais, mas minha observação é de que Mamóm entrou firme nas igrejas e sem que tenha tal aparência.

Se os tais artistas agora globais compreendessem a importância do momento propiciado pela poderosa Globo se esmerariam e executar nem tanto os seus sucessos, mas mostrariam composições que melhor expressasse em quem eles afirmam crer. Mas logo de cara ouvi coisas que os crentes – ao menos em tese – compreendiam o que era cantado, mas os leigos não. 

Além disto, a pobreza dos assuntos abordados era deprimente, pois reduziam o evangelho em dois ou três tópicos (Eu sou um adorador, Deus vai realizar algo na sua vida, Deus tem poder pra te dar..., etc.). Não vi todo evento e você que assistiu, please, refrigere minha alma: Quantas músicas foram proféticas e denunciaram a ação das polícia/milícia que oprime os pobres nas favelas do RJ? Quantas exaltaram que a natureza é um bem dado por Deus e que deveria ser primariamente cuidada pelos fiéis? Quantas disseram que os crentes devem ser honestos e que suas justiças devem exceder às dos fariseus? Posso estar errado, mas o sentido geral era de adoração a um deus que mais se parece com papai noel e que uma vez "satisfeito e adorado" dá presentinhos pros seus filhinhos.

Como o que vi tinha uma visão restrita, uma comunicação melhor empregada em um templo, só me restava uma alternativa:


3. Entretenimento
Não sou contra o “entretenimento gospel” e acho que essa é uma dimensão pouco refletida nas igrejas. Não me incomodo em ir a um teatro e pagar para assistir a um artista cristão executando sua obra ou mesmo assisti-lo pela TV. Pelo contrário, quando a coisa é boa não apenas faço questão de pagar como recomendo para outros.

Mas se o espaço em discussão é o entretenimento – e é isso que a Globo e demais emissoras primariamente oferecem – também me incomodou o evento porque o oferecido era de baixa qualidade.

Os arranjos, interessantes e é legal ver como temos crescido nessa área. Mas as letras, rasas, sem dimensão e profundidade psicológica/bíblica. Os figurinos, ridículos. As performances (afinação, estilo musical, etc.) questionáveis. E por aí vai...

Há quem goste e em nada me chateia se você aprecia os grupos que por lá se apresentaram. Particularmente fiquei desapontado, pois sei que existem músicos e artistas cristãos muito melhores que os que lá se apresentaram (pode estar certo disso!).

Fica uma pergunta que é comum nesses casos “E Deus não usa?” Claro, Deus é Deus e faz o que bem entende à despeito das nossas vontades e limitações. Mas o mesmo Deus orientou que nos esmeremos em fazer o melhor qualquer coisa que façamos e o pouco que vi no evento achei deplorável. Sei o quanto fascina o fato da coisa ter acontecido na Globo, mas tenhamos em mente que Deus nunca dependeu de nada além dEle pra ser Deus e fazer cumprir os seus planos e propósitos.

Há uma cantora que eu sempre gostava quando ela se apresentava, mas passei a admira-la muito mais quando a vi cantando no leito de morte de algumas pessoas. Não tinha plateia, mas não tenho dúvida alguma que ao menos 3 pessoas fundamentais estavam presentes e satisfeitas. Quando os artistas cristãos compreenderem a importância que há em abrir a sua boca em favor do pobre, do necessitado (independente do seu estado social), da viúva, do que sofre, etc., enfim começaremos uma revolução também por meio da arte e sem que necessariamente estejamos na Globo.

Não queria ser tão longo, mas como disse, o meu “desgosto” estava pautado em vários aspectos e esses são apenas alguns que refletem o que penso sobre o assunto.

Que Deus nos abençoe, realize em nós suas promessas e nos use para ser a resposta de muitos que por elas esperam.

João Inácio
BSB 19/12/2011
 

 

O Batman está com a razão? Postado em 02/09/2010 12:00.

Acho que nesses dias de eleição todos deveriam assistir ao filme "Batman - O cavaleiro das trevas". E o que há de especial nesse filme? Simples, apesar de não concordar com algumas propostas feitas pelo paladino, o filme aborda com maestria uma questão bem atual: pelo silêncio dos bons é que os ratos saem das tocas e ganham voz.

Confesso: Há 27 anos trabalho prestando serviços para o governo estadual e federal, e "nunca na história desse país" vi tamanha roubalheira e o triste é constatar que já não existe tanta expectativa de melhoria por parte de muitos. Dia desses ouvi de um porteiro, vou votar no candidato tal. "Eu sei que ele rouba e também que todos roubam, mas ao menos com ele eu posso ganhar uma casa".

Nunca fui de me envolver com política partidária, mas fico triste ao constatar que atualmente os jovens, adultos e velhos dos nossos dias sequer estão refletindo nas conseqüências de um voto errado. Antes, a tônica de nossa sociedade tem sido "como faço para passar num concurso público?". Pois, imagino que inconscientemente pensam, pelo bom salário esperam ficar livres das mazelas que só os pobres conhecem. Por isso quero incentivá-lo em ter uma ação política, sugerindo que você, caso confie e sinta-se confortável para tanto, possa recomendar seu(s) candidato(s) para que outros possam por meio de você ter um mínimo de direção sobre quem escolher.

Certamente você vai pensar nos riscos dessa decisão, mas o seu silêncio tem contribuído para que grupos se organizem e prevaleçam seus intentos, muitas das vezes nem sempre dos melhores para a sociedade como todo. Por isso, eu quero dizer pra você porque voto no Ziller - 43334?Continue lendo »

Carta aberta sobre o infanticídio indígena no Brasil Postado em 03/09/2007 12:00.


Carta aberta sobre o infanticídio indígena no Brasil

Por Ronaldo Lidorio*Continue lendo »

Duplo mortal carpado? Postado em 01/08/2007 10:00.

Dia desses liguei a tv e tomei um susto. Era um programa de uma igreja evangélica, mas fiquei surpreso com o que vi: Uma cantora, cheia de "caras e bocas" e trejeitos cantava uma música até bonitinha, mas o que chamou a atenção foi uma garota que se movimentava ao fundo do cenário. 

Ela estava vestida com um vestido cheio de babados esvoaçantes. Pulava, balançava as mãos e de repente correu para um dos lados do palco. Logo pensei: Deus do céu, será que ele pensa que é a Diane dos Santos? Será que ela vai dar um duplo mortal carpado? Ufa, para alívio meu, ela apenas deu um corridinha, jogando as mãos e rodopiando. E foi aí que descobri: arrá!!, isso é uma coreografia!. Ah ela está dançando! Aê, João, tá aprendendo a descobrir as coisas. Pensei comigo.

Seguindo a tradição masculina, zapeei por todos os outros trocentos canais da TV a cabo, a bailarina tinha saído de cena e agora era a vez de uma banda gospel. O cantor gritava no melhor estilo Daniela Mercury: vamos sair do chão, galera. Se Davi dançou nós também podemos dançar! 

Ironias à parte e para por os pingos nos is, nada contra coreografias ou mesmo dança. Tudo isso é parte de expressão humana e, do meu ponto de vista, não existe problema em si em dançar, mesmo que seja numa igreja. Contudo, a motivação externada na expressão do cantor ("se Davi dançou nós também podemos dançar") foi o que mais me preocupou. Davi, de fato, dançou e até suas "vergonhas" foram vistas (II Sm 6:14-21). Mas essa euforia de Davi não era uma coreografia ensaiada, era fruto da alegria pelo resgate da aliança com Deus, basta ler o texto.Continue lendo »

O ornitorrinco Postado em 10/07/2007 12:00.

O ornitorrinco não é um peixe! Por favor, olhe antes para os lados e veja se não tem mais pessoas por perto. Vou falar baixinho pra você, chiiiiii, mas só pra você: O ornitorrinco é um mamífero!
 
Sei que estou correndo o risco de ser processado pela ANDOP (Associação Nacional dos Defensores de que o Ornitorrinco é um Peixe), mas já consultei o manual do fabricante e vou fundo na defesa dos meus direitos, por mais que essa ONG queira me processar.
 
Calma. Estou, pra variar, ironizando para exemplificar uma camisa de força (ou uma mordaça) que os novos tempos estão nos impondo: o famigerado "politicamente correto".
 
Nada contra usarmos termos mais aceitáveis para situações estranhas à maioria. Mas com base nisso, já começamos a ver os efeitos dentro da igreja e estamos quase que pondo uma mordaça em Deus (como se pudéssemos).
 
Por exemplo, o que a bíblia chamava de prostituição e aponta como grave pecado, por força de certas associações, temos que nos referir a quem tem esse tipo de comportamento como "profissional do sexo" e corremos o risco de ser processados judicialmente se falarmos publicamente que, conforme Deus, prostituição é pecado. O mesmo serve para corrupção, homossexualismo, adultério, lascívia e mais um sem número de comportamentos estranhos e que são rotulados na bíblia como pecados.
 
Por mais que não queiramos, há sutilmente um novo mundo se abrindo e certamente a igreja vai ter que, em questões como essa, decidir entre ser fiel à Deus ou politicamente correta diante dos homens. Pense Nisso!
 
Ah, a propósito, o ornitorrinco é um mamífero!
João Inácio

A Páscoa Reinterpretada Postado em 07/04/2007 12:00.

Um dos feriados mais conhecidos do nosso calendário é a Páscoa, contudo, existe enorme confusão sobre o seu significado. Para começar existem diferentes conceitos e imagens sobrepondo a idéia original da páscoa. Existe o ovo de chocolate, uma “obrigação” agregada às nossas tarefas. Nossas crianças esperam que lhe demos um ovo, por menor que seja, e muitos se sentem desconfortáveis se não presenteiam pessoas amadas com esta dádiva.
 
Depois existe a confusão do coelho botando ovo, esta confusão se expressa de forma clara neste pequeno diálogo de um filho com o pai sobre a páscoa:
“-Papai, o que é Páscoa?
-Ora, Páscoa é ... bem ... é uma festa religiosa!
-Igual Natal?
-É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
-Ressurreição?
-É, ressurreição. Marta, vem cá!
-Sim?
-Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
-Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
-Mais ou menos ... Mamãe, Jesus era um coelho?
(...)
-Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
-Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
-Coelho bota ovo?
-Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
-Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
-Era, era melhor, ou então urubu”. 
 
Quando lemos este texto vemos quão grande é a confusão sobre a Páscoa. O comércio voraz, faminto de dinheiro, trocou o cordeiro pelo coelho, que põe ovos de chocolate de todos os tamanhos e para todos os gostos. Somos levados a assimilar mais o coelho, do que o cordeiro que foi morto por nós. Vemos mais o retrato das lojas decoradas do que a história eloqüente da libertação do povo de Deus.
 
Precisamos investir mais tempo ensinando aos nossos filhos sobre a Páscoa. Esta é uma história central do Antigo Testamento. Foi naquela noite fatídica que o povo de Deus foi salvo da tragédia da morte dos primogênitos, porque um cordeiro tinha sido sacrificado e o seu sangue A Bíblia fala que Jesus é o nosso cordeiro pascal. O cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é Jesus. Foi ele quem, imolado na cruz, sofreu o castigo que nos traz a paz. Deus lançou sobre Ele a iniqüidade de todos nós. Ele, como ovelha muda, foi para o matadouro, carregando sobre o seu corpo, no madeiro, os nossos pecados. Ele se fez maldição por nós. Ele se fez pecado por nós. É a história da nossa libertação do cativeiro.
 
“O coelho é um intruso que nada tem a ver com a festa da páscoa. Esta festa é a festa do cordeiro, do Cordeiro de Deus. Ele sim, deve ser o centro, o conteúdo, a atração e a razão de ser desta festividade” (Hernandes Dias Lopes).
 
Samuel Vieira
Contexto Abril 2007

Os outros Postado em 15/08/2005 12:00.

Dia desses um amigo enviou um artigo (Um brasileiro frente a frente com a Tsunami - http://br.groups.yahoo.com/group/altomar/message/29402) e me fez a seguinte pergunta: "Já percebeu que os crentes não se manifestaram nessa? pelo menos eu não vi movimento nenhum.". De fato, temos nos especializado em ser "profetas do óbvio" e trucidamos qualquer um que critique nossa liturgia, mas ficamos insensatos às maiorias das mazelas humanas. Pensei e enviei de volta a seguinte resposta:

E o que você queria? Eles são os outros!
Eles adoram outros deuses;
Eles têm outras formas de culto;
Eles possuem a pele diferente;
Eles possuem olhos estranhos;
Eles não vêem as mãos de Deus como vemos.
Eles adoram como vacas, e merecem todo castigo de Deus.
Eles não são gratos a Deus como somos.
E o que você queria? Eles são os outros!
Eles são aqueles que não se curvam ao deus conquistador, tão pregado pelo Bush;
Eles são os que falam em outras línguas.
Elão são os que batizam os filhos imergindo nas águas;
Eles possuem uma liturgia diferente da nossa;
Eles cantam canções que não compreendemos e por isso Deus também não as entende.
Eles são os outros, possuem outros rótulos, e não merecem nossa ajuda. 

Sou cristão, evangélico, presbiteriano, e quando escrevi isto apenas pensei na relação entre as denominações evangélicas. Se nós que, pelo ao menos em tese, somos da "mesma casa" nos tratamos assim, que expectativa de ajuda os outros, das outras religiões, poderiam esperar de nós.

Mas Deus é bom, justo, e provê meios para demonstrar seu amor. Mesmo que use apenas "os outros'', enquanto os que julgam não serem outros, são outros, estranhos, aos olhso do Pai.

João InácioContinue lendo »

Dia do evangélico Postado em 30/10/2004 12:00.

Legal, enfim temos o dia do evangélico. E agora?


No último dia 30 de Novembro mais uma vez me deparei com inúmeras perguntas de colegas que professam outras religiões: porque hoje é feriado? A resposta vem na ponta da língua: Você não comemora feriados católicos e todos paramos nesses dias? Mas o problema é que essa pergunta, como se fosse resposta, não responde a primeira pergunta e confesso que também tenho minhas dúvidas: porque existe um dia do evangélico? Porque todos têm de parar suas atividades nesse dia?

Por ironia do destino, como era feriado, fui ao cinema ver o belíssimo filme, Lutero, e fiquei pensando no que aconteceu com a cabeça daquele monge para por em risco a própria vida? Sim, Lutero rompeu com as atrocidades religiosas da época, para denunciar a associação espúria entre Estado e religião, e também a manipulação da mente dos incautos por conta das verdades religiosas. Na verdade, Lutero levou sua fidelidade à Deus às últimas conseqüências e, por causa desse ato, que para muitos era pura loucura, toda a história global foi modificada.

O filme transcorria e eu ainda estava em dúvida: porque existe um dia do evangélico? Porque todos têm de parar suas atividades nesse dia? E foi aí que eu me lembrei da explicação que ouvi de um certo pastor: bem, esse feriado serve pra que reflitamos sobre a vida e façamos nesse dia coisas que denotem nossa fé. Yes, que bela resposta!Continue lendo »

O peso da palavra cantada Postado em 01/03/2003 12:00.

Sérgio Pimenta estava coberto de razão quando escreveu que "as palavras não dizem tudo, mesmo que o tudo seja fácil de dizer". Falar muito e ter pouco a dizer tem sido uma especialidade que lamentavelmente a música popular brasileira tem desenvolvido. Para o povão, a boa letra de música tem sido a que deixa nas entrelinhas um gosto amargo de malícia. Recentemente o Brasil chorou copiosamente a tragédia da morte dos "Mamonas Assassinas". Foi estranho acompanhar pela TV cenas que beiravam a tragédia e a comédia, como a cena de uma mãe chorando, tendo ao colo uma filha de pouco mais de 3 anos, cantando uma letra que me recuso a repetir. A cada carnaval que passa, novas aberrações musicais têm surgido. Canções e formas de danças populares tem deixado nas entrelinhas uma mensagem lasciva e perniciosa, mas apesar de tudo, têm tido o pleno apoio dos veículos de comunicação.
Mas será que falar nas entrelinhas é sempre ruim? claro que não. A palavra falada tem demonstrado seu poder destruidor e também abençoador ao longo dos tempos. Com a massificação dos veículos de comunicação, temos sentido o peso da palavra cantada. A melodia complementa com brilho as cores e nuances dos versos e das prosas, além de facilitar em muito a apreensão do que foi dito. O poeta popular Gilberto Gil, em sua música, Metáfora, cantou: "uma lata existe para conter algo, mas quando o poeta diz "lata", pode estar querendo dizer...". Melhor do que qualquer ser humano, Jesus foi um expert em falar o suficiente para que todos entendessem sua mensagem e também deixou nas entrelinhas mensagens que vão além dos séculos. Falar o suficiente, fazendo com que o outro pense, valoriza o outro e faz com que este se interesse em saber mais sobre tudo que foi dito.
Por sorte, quase que como uma reação involuntária a esse estado de coisa, muitos artistas cristãos tem mansamente transmitido em versos aquilo em que acreditam e que vivenciam na pele. O compositor Edilênio falou com mestria quando escreveu ... são palavras do silêncio que esperei ouvir / no escuro sem refúgio eu me vi tão só.../ Suas palavras são asas que amparam o coração com perdão, com amor (Palavras que Amparam/Raizes). João Alexandre, um dos melhores compositores do gênero gospel, ilustrou com detalhes os dilemas do homem quando disse... Vê! teus olhos no espelho, por fora um herói, por dentro um ladrão... Viu? desacreditado, no mundo queimado, por ser o que é / Vai! longe de teu pai, pensando e chorando sua falta de fé. João Alexandre, como tantos outros, tem procurado fugir ao lugar comum e, valorizando a inteligência de quem escuta suas composições, tem pregado o evangelho com a profundidade que lhe é peculiar.
Prá finalizar, deixamos na íntegra a letra da música Águas, como um bom exemplo de que se pode sair do lugar comum e falar o suficiente para que todos entendam quem é a água da vida, descrita no livro de João.
 
Águas (Rod Mayer e Estevão Hernandes)
Água pura que desce do céu / todo o planeta inunda / encaminhando saúde a terra fecunda ./ Água limpa que a vida traz / rios e suas nascentes / lagos, cascatas e mares / cada dia novamente./ Caminhos ocultos entre os ipês, perobas e igarapés./ Não importa por onde ela passa / porque onde chega a sede não pode permanecer./ Ao olhar-te cristalina, te pergunto de onde vens./ Tua força me assusta, tua beleza me emudece, teu mover me traz canções./ Água pura que desce de Deus / no ventre do homem transborda / traz em suas margens e cura, e a paz que conforta./ Água viva que é Jesus, vinda do trono de Deus / um turbilhão de virtude / prá todos que são seus.
João Inácio

Mulheres ainda brincam de boneca? Postado em 07/08/2002 03:31.

Você viu a edição da revista Playboy onde apareceu a Mel Lisboa? Espero
que não e certamente você está curioso para saber como sei do seu
conteúdo. Não vi, mas sei que essa revista mostrou a "Anita". como se diz,
como veio ao mundo. Interessante que o grande atrativo divulgado foi o
fato dela ser apresentada como sendo uma ninfeta. Ninfeta, para quem não
sabe, é uma garota jovem, uma adolescente.

Há alguns meses foi notícia em todo país o possível envolvimento de um
parlamentar de Brasília, em turismo sexual no norte do país. Ohhhhhhhhhh!
Que vergonha! Gritam os moralistas no país, mas a novela "Desejo de Anita"
bateu recordes de audiência e basta fazer uma viagem para o nordeste ou
mesmo observar aqui, em Brasília, como adolescentes são diariamente exploradas
sexualmente.

Recordo-me que, tempos atrás, no auge daquela estúpida dança, a dança
da garrafa, a loirinha Xuxa, em um dos seus programas de sábado,
colocava adolescentes para brincar, dançando sobre uma garrafa, e quando
as garotas ficavam por sobre a garrava, Xuxa vaticinava: estrebucha!
Escandalizado com minha linguagem? Desculpe-me, pois era preciso repetir
a singeleza da “rainha dos baixinhos”.

No afã de fazer dinheiro e mais dinheiro, o dito "mercado" tem transformado
crianças e adolescentes em coisas que consomem, mesmo que o preço seja
a escravidão de suas almas e dos enormes complexos que carregarão pelo
resto de sua existência por terem vivido prematuramente fases de sua vida,
de maneiras inadequadas.

Por enquanto, graças a Deus, a pedofilia ainda é um crime e causa espanto.
Mas não podemos estar cegos e notar que outras aberrações, hoje, por
força do mercado e do desejo da maioria, já são tidas como normais. No
site do Observatório da Imprensa há um excelente artigo sobre o assunto
(http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/qtv050920014.htm) e eles afirmam que,
juntamente com o incesto, a pedofilia ainda é um tabu. Virginidade,
adultério, homossexualismo e várias outras coisas já são aceitas
socialmente, mas não o eram até um passado recente.

Se não existe moral maior que a nossa somos os piores dentre as espécies,
pois estranhamente somos compelidos a fazer o mal por mais que o bem de
Deus esteja permeado em todos os corações. Misericórdia, Senhor!

Vestibular para entrar no céu Postado em 10/12/1999 12:00.

"Vamos lá galera do gospel, hora do vestibular para entrar no céu. Sigam-me, em fila indiana: um, dois, feijão com arroz. Três, quatro..."

Ufa! Que alívio é saber que nossas obras, conhecimento, músicas, pensamentos nem qualquer outra coisa pode nos salvar. Apenas a aceitação do sacrifício de Jesus na cruz é que nos redime de todo pecado. Contudo, a Bíblia deixa bem claro que as obras denotam a fé, que o temor ao Senhor é o princípio da sabedoria, etc. Em outras palavras, forma e conteúdo são duas faces de uma mesma moeda. Não adianta apenas ter uma "forma" de crente. A palavra do Senhor deixa bem claro e aconselha "que o bom servo domina bem a palavra".

Certa feita, conversando com um irmão levita, desses que se dependesse da beleza de suas músicas para ir para o céu certamente estaria ao lado de Deus, ouvi a seguinte frase: - Puxa, João Inácio, se eu pudesse gravar um disco com minhas músicas, certamente iria cantar em tudo que é igreja. Será que ía mesmo? Mas, e daí? Será que existe mais algum sacrifício a ser feito por Jesus, para que possamos aceitá-lo e serví-lo? Quase sempre agimos como que se estivéssemos numa barganha: - Senhor - muitas vezes pensamos - faça isto que eu te darei em dobro...Este princípio de pensamento permeou minha mente por um bom tempo e confesso que é bem difícil se livrar dele. Agimos quase sempre como se Deus dependesse de nós, quando na verdade é bem o contrário. Deus nos ama. Ele não está longe, nós é que nascemos distantes e precisamos da Sua graça para reconciliação, mediante aceitação do Seu sacrifício na cruz. O primeiro passo foi de Jesus, na Cruz, por amor, não por solidão. Achar que Deus depende dos meus dons e talentos para fazer a Sua obra é tão pecaminoso como quanto a tentação do diabo, propondo que Jesus pulasse do monte, visto que Ele era Deus.

Pelo que observamos (e nos incluímos neste bolo), nós, os levitas da "geração gospel", temos entendido muito mais de solos, acordes e melodias prá ensinar que um refletir nos fundamentos da nossa fé. Se Deus tivesse que fazer um vestibular, verificando as virtudes e conhecimentos dos homens para admitir apenas os que sabem tudo da bíblia, certamente a maioria de nós seria reprovada. Agora, se a questão fosse apenas do tipo "qual o nome da banda? Como que eu encadeio esses acordes? Onde nasceu o gospel? Aí a coisa mudaria de figura. De fato, a bíblia recomenda que toquemos com arte. Mas não recomenda apenas isto. Recomenda também que o Cristão deve manejar bem a palavra de Deus. Se considerarmos o tamanho dos Salmos e que estes são músicas, observaremos que algo pode ser melhorado na produção dos cânticos congregacionais. O que muitas vezes chamamos pejorativamente de corinhos, são cânticos espirituais e que lamentavelmente tem seguido a tendência de cair no lugar comum, repetindo sempre os mesmos temas, quando a diversidade de temas na Bíblia é extremamente valiosa.Continue lendo »